Há uma sede em mim que conversa com a sua e se basta, não se sacia porque sempre volta. Ela continua...de tempos em tempos. De sempre em sempre quando a gente rasga uma brecha nesse tecido de disfarce.
Eu imagino encontros leves, encontros que também escondem o que, no final das contas, queremos. Você é meu subterfúgio. Na mente, em conversas... Na vida. Se eu levasse você a sério será que a gente se estragaria?
Vocé é meu segredo mal contado, escondo você até de mim mesma. Eu tenho vislumbres de receios, mas o que posso afirmar agora é que na imaginação ou realidade, sempre é bom contigo. Você é convidativo... Mesmo quieto. Só sendo você. Você é atento e atencioso e isso não me quebra, me deixa expansivamente solta. Às vezes eu sinto uma falta de sorrir perto e suar junto... Agora é um momento desses.