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sábado, 25 de agosto de 2018

O feedback na profissão

Sim... Nem sempre há reconhecimento... Ou não é dito também, há um tanto dos três. Mas aos que expressam, quão bom é ouvir, ou mesmo ver. Hoje teve um que me falou... "Sempre muito atenciosa. Você é o diferencial dessa loja. Obrigado." E eu tive vontade de escrever sobre esse caminhar. 

Já vi cliente começar a ir mais a uma loja porque eu estava lá, e só eu entendia que por traz daquela loucura, parecia haver alguém que precisava não simplesmente arrumar a casa, mas a si, ao encontrar ouvidos dispostos de alguém, sorrisos, algumas palavras, e nesse pacote também, levar algumas novidades pra trazer mudanças e vida a casa.

Já ouvi também reclamar, por não mais me encontrar por lá...

Já vi gente voltar por confiar e me eleger para fazer tudo (de projeto) comigo. 

Já ajudei a realizar alguns sonhos, já tirei muitas dúvidas, já mostrei outros ângulos e resolvi bagunças. 

Já despertei interesses adormecidos, já sorri com vários deles, já fui tão empática, a ponto de sentar para tomar um café e conversar sobre algumas histórias, inclusive sobre as dores também. 

Já teve clientes que me tomaram como funcionara deles e só ditavam. 

Já tive aqueles que me desafiaram para criar ousadias, já teve os que desafiaram minha paciência, já teve os que testaram meus conhecimentos e segurança... 

Já tive alunos dispersos, já tive os que os olhos brilharam, já teve aqueles que eu os reacendi, já teve aqueles que eu ajudei a terem um olhar mais maduros, os que eu estimulei para serem criativos, para criarem, para serem curiosos e responsáveis... Já teve aqueles que ficaram assustados com o universo que mostrei de tantas informações e já tive outros que se encantaram com esse mesmo universo.

Já teve aqueles que chamaram de senhora por respeito e também aqueles que reduziram meu nome para um apelido para facilidades e por achar que combinava mais com o meu perfil...

Já teve os curiosos por mais um pouco de outros assuntos que eu falava, já teve também os que me quiseram como colega mais próxima e amiga.

Já teve aqueles que salvaram meu celular para pedir ajuda e pediram várias...  

Já teve aqueles que decolaram e eu fiquei bem feliz e também aqueles que tiveram receio de como seria sem mim.

Já teve os que agradeceram da boca pra fora e já teve muito mais que me agradeceram sorrindo de coração. 

Ah já teve tantos... Tantos... E com os anos vejo uma diferença cada vez mais distante do que eu era no início. Era mais tímida, insegura, muito técnica e ao mesmo tempo, preocupada com o trabalho, mas um tanto fria com o cliente ("cada um no seu quadrado"), eu sou profissional, não amiga, ou colega, apesar de sempre tentar fazer o melhor por eles. Hoje eu sou mais empática e um resumo do que todos eles em suma dizem: Atenciosa. 

No ouvir, no falar, na forma que projeto, no que indico, na minha postura... No meu sorrir, na minha prontidão, nos detalhes. Passei a levar mais mansidão a eles, paciência, acolhimento e técnica, ser professora me despertou muito isso. Minha relação com Deus também, acho que principalmente. Eu já não sou mercenária, apesar de ficar vez ou outra em casa, recalculando minhas contas, como um jogo de encaixes para pagar minhas contas, ajustando o pouco que tenho, com as previsões e imprevisões. 

Quando alguém vem em busca de fazer móveis planejados, imagino o quanto pensaram nisso, o quanto pretendem se organizar para isso, o que quanto antes mesmo de mim planejaram na cabecinha e no bolso deles tudo isso, o quanto querem ver as coisas organizadas, a ordem em casa, a novidade, as coisas funcionarem melhor no trabalho, dar a cada coisa o seu lugar. Trazer um tanto de paz em seu cotidiano. 

Queria eu poder levar não só isso para eles, mas fazer grandes mudanças. Como eu já fiz a alguém que acordava melhor por causa de uma parede pintada de uma cor interessante e algumas plantas. Mas enfim, sei que ajudo a fazer uma diferença na vida de cada um, nem que seja na arrumação dos objetos do cotidiano, e suas logísticas de uso do local. Espero poder mais ainda. Há um caminhar. 

E tem quem me veja do mesmo ramo de trabalhos, amigos, colegas, família e fala: "Desenrolada..." Muitos. Mas Deus sabe, mais que todos, em meus bastidores, o quanto me enrolo, me esforço, canso, me perco, vou na fé, me encontro de novo, me refaço, me lanço ou tenho muitos medos, fico parada e não sei mais o que fazer, e em alguns momentos me pergunto se realmente estou indo no caminho certo. 

Mas grata aos feedbacks que me ajudam a saber se estou no caminho... Se estou ajudando mesmo, se devo continuar, ou como continuar... Grata a Deus, por me refazer sempre, por me acolher e me direcionar, por ser o primeiro a torcer por mim, por me firmar, por me fazer "desenrolada" para dar conta desse mundão de coisas. 

Grata a cada um que trocou boas energias de gratidão comigo. 

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Desistindo de projeto de ambientação

Recentemente fui contratada para um projeto de ambientação de três modelos de suítes de um hotel, estava empolgada, cheia de vida, com receios porque sabia que era importante e eu teria a liberdade de ambientar tudo, não só fazer os móveis... Lancei as primeiras ideias, o cliente agarrou e foi atrás de referencias, em relação a tudo. Fiz mais do projeto, mudei e finalmente quando algumas pessoas viram... "Uauuu... Lindo! Eles vão gostar!" Chego lá e... Normal. Sem euforia, sugou toda minha parte técnica como quem defende uma pessoa num tribunal, estava eu defendendo e justificando o projeto, sem emoções, sem feedback, era só apresentação literalmente e aquilo começou a me dar nervoso e desanimo.

Sugestões, observações, dúvidas e a cada dúvida queria que eu representasse pois eu somente falando elas não sumiriam... Faça do jeito que você achar melhor. E depois... Faz assim, tira isso aqui, coloca isso, tudo pra que ficasse altamente funcional e eu fui orientando, como também fazendo, até que, me senti uma projetista. Representante de projeto, uma datilografa que ouve um ditado. Algo assim...

A personalidade sumiu. Eu já tive bloqueio criativo com uma ambientação de um banheiro onde eu tinha que determinar todos os revestimentos e depois percebi que era minha insegurança. Eu pesava o dinheiro que iriam gastar e alta responsabilidade que eu tinha em acertar, fiquei travada.

Eu bloquei novamente, depois de tantas pequenas mudanças, eu querendo fechar, adiantar, agilizar, quando parecia chegar perto com eles... "Perai", que eu cansei. Decidi esperar eles decidirem ou correr deles pra não ver a indecisão e minha impotência em pulso. E quando decidiram eu fiquei duvidando e sempre que abro o projeto pra finalizar é um esforço surreal. Como quem bebe um remédio necessário, mas num gosta, e é tao ruim que você fica entre beber de uma vez e não consegue, beber por parte e já olhando pra jogar o resto na pia. Assim estou. (Estou cheia de analogias malucas, eu sei...)

Hoje me questiono se eu gosto mesmo disso. Ambientação, projetos disso pras pessoas. Acho que não. Parece que me iludi gostar. Doloroso reconhecer e confuso. Como gosta de tudo que envolve, tem a técnica, elogiam, estuda pra isso e se treme com execução ou tem vontade de desistir quando começa, não gosta...

Não sei o que me levou direito até aqui, mas suspeito que foi muito trabalho para que não fizessem nada de ambientação que eu pensava. Não só por falta de valorização, mas bastante por faltar dinheiro mesmo aos meus clientes, de foco, de empenho, então me adaptei a realidade. 

Continuarei deixando os projetos de planejados com ambientação para melhor visualização diante dos clientes, para encantar. Mas fora os móveis, somente dicas, nada mais de acompanhamento ou especificação. Não farei projeto de ambientação tao cedo, a não ser de onde eu vou viver. 

Designer, Por dinheiro ou por amor

Se há algo que eu posso falar que é constantemente conflitante dentro de mim são dinheiro e profissão. Eu me pego trabalhando focando no dinheiro várias vezes, mas se for só isso, não se sustenta comigo e olha que eu gosto muito do que pode se fazer com dinheiro e eu preciso muito conseguir ele por méritos próprios. 

Sobre o amor...

Amo o mundo que abrange a profissão. Posso dizer assim... Se me der um livro sobre cores, formas, organização, iluminação, paisagismo, eu leio com o prazer de  quem ler um romance. Se me levar a uma loja de departamentos de casa, eu sentirei prazer como muitas pessoas tem em curtir um passeio ao shopping; ambientes pensados, organizados e limpos, mudam meu humor. Posso passar horas assistindo sobre reformas, design e decoração como uma senhorinha assistindo novela mexicana, com gosto!

Plantas fazem carinho na minha alma, decoração é expressão da personalidade em objetos... Ouvir o que o outro deseja e conseguir traduzir, expressar na tela do notebook o que ele deseja para uma realidade, é bem prazeroso. Mas quase me contradigo em alguns aspectos, por mais que aja amor nisso aí... Já não tenho mais gozo por projetos. Eu gosto, mas não há mais amor. Planejados eu faço com mais gosto, é mais rápido, prático, o objetivo é deixar o ambiente mais organizado, ótimo! As pessoas estão querendo se organizar, preço bom, atender as duas vias, é venda na certa, venda é garantir que aquele cliente vai ter onde guardar bem suas coisas e eu vou ganhar comissão para organizar as minhas, minhas contas, quitar dividas, sair pra comer fora e mais umas coisas necessárias.

Por dinheiro

A verdade é que eu virei uma projetista de planejados, que pensa em organização dos ambientes, no salário e comissão. Esse negócio de realizar sonhos foi defasado. Sendo bastante sincera a mim, serei a outros. Não quero mais esses projetos. 

Por amor

Sobre os amores que guardo a esse universo... Posso falar sobre, para que as pessoas se encantem por isso, que saibam como fazer, sobre ser cuidadosa com o outro e que eles saibam cuidar o que é do outro, realizar sonhos; sobre saber ouvir pacientemente e respeitar o tempo de cada; mostrar um novo universo... E quem me ver falando e exercendo diz:"Você gosta mesmo disso, neh... Dar pra ver." "Você tem jeito..." "Ela é muito atenciosa..." Pode ter certeza, sorrisos me alimentam e saber que alguém agora tem mais informações para fazer melhor não só pra si, contribuir.

Ensinar. Eu estudo e faço slides com maior prazer, nunca houve pesar sobre isso. Eu mesmo cansada, gosto de dar aula, me revigora... A coisa flui. Se busco alguma informação que vai servir pra ajudar alguém em conhecimento etc, eu aprendo rápido. Sem dor. 

Eu só posso dizer algo: É ISSO. Eu tenho mais prazer em estudar pelo outro, para o outro, para entender, saber e passar, eu tenho mais prazer em tudo isso do que até mesmo projetar. E olha que eu gosto de criar... 

Eu sou designer mais por amor do que por dinheiro. Porque pelo dinheiro eu poderia ser qualquer outra coisa, mas por amor, como sou feita disso... De muito disso, eu tenho que unir a minha profissão, o dinheiro ser consequência. O nó se dar quando essa consequência é pouca rsrs e então fico nesse ciclo de fazer um tudo pra arrumar dinheiro. 

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Quarto

Em um quarto, nos mostramos inteiros.

Cozinha


Na cozinha são feitas várias atividades e para planejarmos de forma adequada além da estética, precisamos pensar na funcionalidade assim, a dividimos por setores: Despensa, Armazenagem, Área da pia, Preparação, e a de Cozinhar e assar. Mas eu percebi, em meu ''estudo'' empírico  que nela realizamos muito mais... Experimentamos a magia dos ingredientes, atividades e momentos.

Nela as cores se misturam, os formas mudam, descobrimos o interior dos alimentos, seus cheiros, a combinação deles, suas texturas, a beleza de cada um... E com a criatividade, o que juntos podem se tornar. 

Não só as comidas, mas os sons também se misturam... Da chama acesa, do borbulhar que vem do fervido, da água escorrendo na pia, da faca se encontrando com a tábua, do vento entrando na janela pela brecha que deixamos para não apagar o fogo; do liquidificador unindo tudo em pedaços pequenos para se tornar uma coisa só; da Tv ao fundo ligada ou da música que vem de algum aparelho móvel, do tic-tac do temporizador, do aviso do forno afirmando que o alimento já pode ser retirado, dos armários guardiões dos nossos elementos nos fornecendo o que precisamos e protegendo as demais de uma tal poeira e bichinhos; das coisas que escorregam da nossa mão e encontram alguma superfície, do nosso cantar perfeito, dos pés fazendo melodias no piso, das nossas conversas com nós mesmos, da nossa oração a Deus enquanto mexemos em algo; do nosso falar mais alto porque o outro não consegue ouvir, das nossas filosofias enquanto a comida vai e vem na panela por meio daquela colher gigante; dos nossos risos entrelaçados, das nossas conversas atrapalhadas pelos pedidos, opiniões e orientações ao contexto do ambiente (''Cuidado com isso'', ''Pega aquilo pra mim'' ''Coloca mais...'' ''Está bom assim?''); mistura-se também os aromas, as sensações térmicas, e a gente.  


Aqui também lemos, escrevemos, nos abraçamos, nos beijamos, sentamos, deitamos, nos amamos em um prato pronto ou ''aprontando''. A comida carrega energias, as de quem a fez... Por isso que a melhor sempre é feita com criatividade e carinho. Para mim, a cozinha é o núcleo da casa, o tal coração. Cozinhar para alguém é servir amor em prato... E se a louça começou a fazer barulho batendo uma na outra, ouve-se a anunciação de que a comida está pronta. Vamos, fechamos os olhos, abrimos a boca e comemos alimentos em prazer e ao terminar, vem aquela brisa de satisfação, que nos faz querer deitar no piso mesmo ou aos mais tradicionais, na cama.

São feitos e servidos aqui, o que alimenta o corpo e o para além dele...

P.S: Deu fome e vontade de estar em casa agora. rsrs


Janela


A emolduração de um momento vivo.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

"O lar é o reflexo do coração, um reflexo que vocês estão começando a entender."
 Mestre dos Magos 😊

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Meu primeiro apê

Parte 1 - Recebendo as chaves

💙

Hoje foi dia de receber as chaves, fui antes de ir para o trabalho. Houve a apresentação com a proprietária (será alugado), algumas explicações e depois finalmente me entregou as chaves e me deixou lá sozinha. Eu já tinha visto tudo e queria na verdade fazer um levantamento das dimensões pra saber bem como vou organizá-lo. Peguei meu caderno de anotações, uma caneta e trena, e no primeiro traço que fiz naquela folha parei, olhei pra o apê como um todo e pensei: "Caramba, o levantamento agora é pra mim! Tanto que fiz para os outro e agora estou fazendo o meu!" Ah... Depois de pensar já estava com aquele sorriso singelo no meu rosto. Que alegria. Em seguida voltei a desenhar cheia de vontade e incorporei a Designer, a profissional; fui medindo tudo, fazendo croqui, obervações e lembrando ao mesmo tempo, "quanto eu gosto disso!"

Ao terminar o levantamento, já era hora de ir embora, fechei as janelas e porta pensando... "Eu desejava tanto morar em um lugar meu, com minhas coisas, do meu jeito e depois de tempos, de uma semana que decidi de fato isso, cá estou, com as chaves!  Nem acredito..."

E isso é só o começo das histórias no (e do) meu apê. (!) 😊


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Ansiosa e Ociosa/ "É isso!"

Uma sensação de que o tempo está correndo e eu tenho que resolver as coisas pra já! Mas não vejo meios pra isso! E são tantas questões que se eu pudesse, mandaria um dubler resolver tudo com a permissão de Deus (porque assim iria de forma sábia) e organizar tudo isso. É covardia eu sei, imaturidade talvez, desorientação nem tanto, mas um desespero nítido de não saber como e exatamente o certo a se fazer.

A outra coisa, estou em um certo ócio, porque tudo que tenho que fazer exige quase que total e simplesmente da minha parte mental. Estudar pra revisar aulas, acrescentar algumas informações nos slides pra poder dar aulas, ministrar aulas (que não são diárias ou constantes), assistir aulas online, ler assuntos acadêmicos e de cunho importante pra vida; e escrever. Então... As vezes não quero mesmo, o corpo, na verdade, não está disposto a concentração, quando vou ver já estou longe novamente e tento me resgatar pra voltar ao que deveria estar me dedicando.
Algo que está me ajudando a não sentir tanto ócio (slides prontos, aulas só nas segundas-feiras por enquanto, e minha falta de concentração para aulas online) é fazer exercícios isso está reativando meu corpo! Nossa como sinto o quanto estava em repouso antes disso! Meu corpo está agradecendo. 
...

Tem coisas que a gente faz e sentimos "é isso!" O coração responde nítido. É uma felicidade independente dessa coisa te deixar cansada, traz consigo a satisfação de um sorriso da alma. Pra mim, ministrar aulas... Sinto que: é isso que preciso fazer. A outra é quando estou fazendo as imagens dos meus projetos (renders) fico olhando e rindo por fora ou por dentro, com o coração dizendo: é isso. É um encontro com a compatibilidade de si mesma. Não tem preço... Preciso encontrar mais "é isso" na minha vida para então melhor vivê-la.
...

Estou sentindo mais do que nunca, que as coisas não chegam sem articulações, parece que não estão simplesmente acontecendo, o destino está trabalhando... Não! É como se eu fosse agora responsável por absolutamente tudo que me acontece.

É estranho eu sei, pesado também... Porém essa está sendo a sensação diante do que vejo. 
Pensa melhor, vai lá e faz; e continua buscando os "é isso!". (Gratidão imensa quando encontro)

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Feedbacks



Estou recebendo confirmações que no seguir da minha profissão (por um novo caminho) estou indo bem, estou indo de forma assertiva. Gratidão a Deus por isso, a mim mesma também e aos que enxergam isso em mim.

Inquietude

Estou tentando construir algo que apesar de não ser tão confortável em alguns aspectos, seja o caminho mais correspondente aos desejos do meu coração. Porém... às vezes o imediatismo me lança algo provocador.

Juro que estou tentando, olhando para os lados e... "Estou fazendo o melhor mesmo deixando de lado o que seria mais convencional? Quanto tempo ainda será a caminhada?" Eu já fui por tantos outros caminhos e tive que recomeçar novamente, e novamente, sinto que preciso "ganhar tempo" não porque outros foram perdidos, mas pelo que pulsa e diz que já é hora. 

Fico com raiva e triste de ter escolhido algumas coisas diferentes que me levaram as consequências atuais. Mas naquele momento o que era melhor, se não o que fiz? Hoje estou cansada... Querendo um pouco de fôlego para voltar, não porque tudo está rápido, mas justamente pelo oposto, por está pesadamente em lentidão. Um passo a cada vez... E eu querendo correr, gritar e mudar radicalmente! De vez!

..."Não vejo a hora" de voltar a ler isso aqui com um alívio de não ter demorado e de ter passado; e passado bem.

Quero chegar mais perto e sentir o calor para aquecer a calma desses passos. Ah... Hoje estou com sede, inquieta e incomodada por não poder fazer nada, nada mais além do que já estou. 

sexta-feira, 17 de março de 2017

Sobre paixões e sonhos


"As pessoas gostam das paixões dos outros".
-Filme: La la land.

(Situando o contexto: Falavam sobre a paixão pela música; o personagem principal com o desejo de trabalhar com isso de forma mais ampla, mas por um breve momento, questionando se daria mesmo certo e a personagem principal falou isso.)

Essa frase me acompanha a uns dias... Achei essa conclusão de uma beleza, acolhimento aos nossos desejos, motivação para seguir adiante com o que pulsa em nós...(etc.) Causa um sorriso brando que se estende a alma.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Professora

ensinar
verbo
  1. 1.
    transitivo direto e bitransitivo
    repassar ensinamentos sobre (algo) a; doutrinar, lecionar.
  2. 2.
    transitivo direto e bitransitivo
    p.ext. transmitir (experiência prática) a; instruir (alguém) sobre.


"Professora...?"
Opa! Isso agora é comigo! 
Sim, eu já dei umas aulas, mas agora está ficando mais sério, pois haverá mais e mais; e eu descobri que gosto desse novo papel! Adoro aulas, mas antes era de assistir, passar os conteúdos só nos meus grupos de estudo, e slides... como gosto de fazer! Estudar? Sim, sim! Ler... Uma delícia. Mas ensinar... Estou começando a "degustar''. Na primeira vez posso dizer, xonei. rsrs Senti algo como: "Gostei disso aqui. Quero fazer mais vezes!''

É um novo caminho dentro da minha profissão que, para quem me conhece, ver nos meus olhos o quanto pulsa em mim assim que começo a falar sobre. 💗 Continuo e continuarei fazendo meus projetos de ambientações, mas essa nova oportunidade, também quero desfrutar e trabalhar juntamente, seguir com ambas... Crescer nelas e com elas quanto pessoa e profissional. 

Estou um tanto nervosa, confesso, é o segundo minicurso que vou ministrar e já tem outro marcado para o fim do mês e mais outro em possibilidade! Ah! Animada, nervosa, ansiosa e agradecida. São minicursos diferentes, três; e já penso em elaborar outro, como também sondar a possibilidade de dar aulas em outra cidade. Um play no meu ano. (Deus continue abençoando, please!) Mas até aqui, calma! Começar; uma coisa de cada vez, e vamos que vamos, porque a minha vida precisa de up pra já!

P.s: Dando aulas não sou tão informal e instável, louca assim. rsrs
Hora de revisar os slides! Fui. 😘